Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Fim de ano.....
Reflexão Final
Ora bem, já lá vai mais um ano lectivo, e com a chegada deste ao final eis que está na hora de ponderar sobre as classificações a serem atribuídas, bem como o que falhou, o que poderia ter melhorado entre outros aspectos.
Considero que, de um modo geral, desde o inicio do ano até ao momento são visíveis as melhorias na minha postura nos vários níveis, tanto na execução das tarefas como na escolha dos temas, tratamento da informação, a predisposição para a realização das actividades; por outro lado, nos aspectos de carácter um pouco mais individual como o webfólio e os trabalhos individuais também penso que houve alguma melhoria.
Quanto a este último período, uma pequena reflexão…hum considero que sobre os trabalhos já fui referindo aqui, no meu blog, as dificuldades, os receios, o meu esforço em realizar um bom trabalho, aquilo que posso acrescentar é que tentei sempre dar o meu melhor em todas as actividades que me propus a fazer dispondo até grande parte do meu tempo para esta disciplina.
Relativamente à recolha de publicidades percorri grande parte das lojas que a zona das Taipas tem, no sentido de patrocinarem a nossa edição, no entanto vários foram os “nãos”, noutros locais ainda davam alguma esperança “passem cá amanhã e dar-vos-ei a resposta” mas infelizmente esta não era do nosso agrado. Para dizer verdade, a pior de todas foi um estabelecimento que abriu há poucos dias em que ao me deslocar lá me confirmou que iria fazer publicidade só que como não disponha no momento do cartão para publicar pediu que passa-se por lá no dia seguinte e, azar dos azares, mudou de ideias…fiquei bastante desiludida. Mas em fim no meio de tantos estabelecimentos a negarem-nos essa publicidade, pelo menos consegui duas a LAMART’S e uma outra sobre um Solário que de momento não me lembro do nome (ups).
Agora quanto a proposta de nota…eu se fosse só para pedir até pedia o 20, no entanto as coisas não podem funcionar assim e, portanto, considero que talvez mereça apenas 18 valores.

Síntese das aulas do dia 30 de Maio de 2008
Que bom já está praticamente terminado tanto a 30ª edição do Trigal, como o ano lectivo… e, portanto, esta aula decorreu já num ambiente festivo, uma vez que se debateram quais os possíveis temas para a cama, os que mereciam maior ou menor destaque, a realização do editorial… em fim, os últimos detalhes para mais uma edição bombástica do nosso querido “Trigal” (esperámos nós)!
Durante a aula tentei ainda actualizar o meu blog, contudo devido às óptimas condições informáticas de que dispomos os portáteis não permitiam o acesso aos blogs para, assim, os actualizar.
Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
Transportes ou latas públicas?
Farto dos inconvenientes dos transportes públicos??? Cheio de acordar todos os dias cedinho para vir para a escola, num autocarro sem condições??? Cansado de tantas horas a “passear” por todas as freguesias quando o que mais queres é chegar a casa??? Então este artigo é mesmo para ti.
Como é do conhecimento geral, a grande maioria dos estudantes recorrem aos transportes públicos para se deslocarem ao seu estabelecimento de ensino, isto claro dado o acrescido poder de compra da sociedade para obter um transporte privado.
Contudo, a questão não é essa, o problema é que, como é um serviço comparticipado pelo Estado, as empresas acabam por disponibilizar, para tal feito, os meios de transporte pouco necessários e menos utilizados que, regra geral, são os que apresentam as melhores condições infra-estruturais, que o digam os alunos. Sim, esses que tal como tu, vêm todos os dias para a escola muitíssimo confortáveis nas suas cadeiras (isto quando elas ainda estão inteiras) muito cedinho, como diz o povo “é de manhã que se começa o dia”, para o seu habitual roteiro pelas aldeias – ainda dizem que o turismo rural anda fraco! Ou, por outro lado, quando em dias de Inverno, altura em que as temperaturas ambientais são demasiado baixas, dentro deste meio de transporte conseguimos atingir temperaturas amenas, isto se estiveres em pé, fazendo musculação para não cair na curva mais apertada (preparação física também é necessária). Mas, quem vem sentado também terá sorte, porque apesar de não sentir a temperatura a aumentar, poderá disponibilizar de um pequeno duche matinal, porque os nossos autocarros têm essa vantagem de nos poupar algum tempo, fornecendo-nos a água que, por sorte, até é torrencial em dias chuvosos.
Mas, passando à frente estas questões, sabias que também são a melhor forma para “meter-mos” conversa com aquele rapaz jeitoso ou aquela rapariga muito calada que andas a tentar conhecer? Sim! Nos autocarros podes sempre ter a sorte (ou azar) de ficar coladinho a ele(a), dada a impossibilidade de te movimentares (deve ser uma nova forma de gestão de espaço), mas, pensando deste ponto de vista, até se torna agradável. Mesmo assim, continuo a acreditar que não era mau de todo colocar, na parte de trás do autocarro, uma placa do estilo “transporte de animais vivos” já que, ao contrário do que se possa dizer, estes mais parecem sardinhas enlatadas.
Não querendo cingir esta questão apenas à minha opinião, optei por registar mais dois comentários de duas alunas desta escola, que usam este meio como forma de transporte:
Na minha opinião, vir para a escola de autocarro é uma verdadeira aventura. Aliás, acho mesmo que a adrenalina por ela proporcionada é em muito superior à da Montanha Russa. Isto porque nos transportes escolares a aparente insegurança é mesmo real, o que dá uma certa vivacidade a esta odisseia, que se arrasta ao longo de todo o ano lectivo.
Combinando com a sobrelotação da ESCT, também os transportes escolares estão a rebentar pelas costuras. O que faz com que seja no mínimo estranho a existência de um debate sobre o uso do cinto de segurança neste transporte; penso eu, na minha ignorância, que para todos usarem este meio era necessário existir lugar para todos os passageiros… Mas, devemos ver sempre as coisas pelo lado positivo: a par das maravilhosas manobras que em muito respeitam a nossa integridade física, sempre dá para experimentar a realidade urbana, com empurrões e zonas de espaço restrito bem características dos países mais desenvolvidos.
É por todas estas razões que quero desde já manifestar o meu profundo agradecimento pela empresa de transportes públicos que, para além de todo o conforto já mencionado, ainda nos “oferece” meia dúzia de viagens diárias com tudo a que um estudante do nosso gabarito tem direito; é mesmo caso para dizer que o slogan “Goze a viagem – Vá de transportes públicos” não poderia ser mais adequado…
É por tudo isto que devemos gritar bem alto: OBRIGADO, por nos fazerem sentir tão portugueses!
Olívia Gomes
Todos os dias desloco-me para a escola num Mercedes, sim num Mercedes, mas não é um Mercedes qualquer! Este apresenta umas condições que são terrivelmente fabulosas: como por exemplo os bancos partidos, prontinhos a serem utilizados, proporcionando, assim, um óptimo bem-estar! Sem esquecer os pequenos atrasos que, por vezes, até dão «jeitinho», principalmente naqueles dias em que também nós nos atrasámos. De referir também o facto de perdermos quinze minutos da aula que, em algumas situações, até agradecemos!
Isto sem esquecer o “pequeno” aglomerado de gente que, desculpem lá a expressão, mais parece “Salsichas em lata”… mas vejamos as coisas pelo lado positivo: no Inverno ate dá jeito, e muito!
Enfim! É sempre bom novas experiências e sem dúvida que os transportes públicos nos proporcionam verdadeiros instantes de adrenalina; quero, desde já, dar o meu obrigado por esses mesmos momentos que passamos na maior segurança e com o melhor conforto que alguma vez nos proporcionaram.
Com tudo isto, sem dúvida que zelam pelo bem-estar dos estudantes, garantindo as melhores condições para se fazer uma óptima viagem, OBRIGADO!
Anabela Pedro
Bem, convenhamos que com todas estas situações irrisórias, podemos culpar as novas gerações por utilizarem cada vez menos os transportes públicos em detrimentos de privados? Será que não seria mais inteligente apostar no conforto/segurança das infra-estruturas e comodidade de horários para cativar os adolescentes a usufruírem deste tipo de transportes? Dá que pensar, mas deixo a questão em aberto para que os nossos «queridos» governantes e empresas em questão possam responder.
Filipa Costa 12ºF
Reflexão do trabalho: “Transportes ou Latas Públicas?”
Oh…tanto trabalho na recolha dos depoimentos a tratar o texto, a organizar as ideias, a recolher as fotos e afinal o artigo não pode ficar assim! Isto não se faz! Ok ok tem razão como não há nenhuma reclamação por escrito não posso escrever sobre este tipo de assuntos, na medida em que coloco explicitamente o nome das empresas em questão. Mas em fim talvez sem a parte referente ao nome das empresas o artigo já possa ser publicado e fique interessante à mesma.
De qualquer das formas tudo o que lá é referido é muito verdade e nós alunos que usufruímos deste serviço sabemos muito bem o que é viajar nestas condições que são deploráveis.
A caminho da Universidade do Minho
Após o 12ºano o que fazer? Para onde ir? Que área ingressar? Estas são algumas das questões que muitos de nós ainda não encontraram resposta. Desta forma, o SPO (Serviço de Psicologia e Orientação) da nossa escola, decidiu organizar uma pequena visita guiada à UM, com a participação de algumas turmas do 12º ano. E como não poderia deixar de ser, o “Trigal” também lá esteve.
Bem, para dizer a verdade, estávamos à espera de encontrar alguns universitários, mas estes, como já é habitual por esta altura, estavam muito ocupados a recuperar das longas noitadas.
Antes de começarmos a nossa visita, fomos divididos em grupos, consoante as áreas com as quais mais se identificavam; deste modo, uns foram ao Instituto das Ciências Sociais, outros ao Instituto de Estudos da Criança, à escola de Bioquímica, entre outras das muitas escolas da universidade. No decorrer desta pequena visita foram apresentadas algumas palestras, com vista a esclarecer possíveis dúvidas, processos de aprendizagem, bem como as competências necessárias. Por outro lado, também fizemos uma breve incursão pelas infra-estruturas de apoio como o pavilhão desportivo, os gabinetes dos professores, laboratórios, tal como salas especializadas conforme os cursos.
O objectivo desta visita foi a angariação de informação diversificada que visa um maior esclarecimento dos alunos e abrir novos horizontes para, assim, poderem tomar a decisão mais acertada ou, no entanto, mais fundamentada.
Entre os alunos, pôde constatar-se algum agrado face às informações fornecidas, na medida em que possibilitaram uma maior aproximação a esta nova realidade; por outro lado, também fez com que estes pudessem considerar tal Universidade como uma das suas preferências, dada a elevada qualidade deste estabelecimento (considerada uma das melhores universidades de Portugal).
Filipa Costa, Helena Rocha, Sandra Barbosa e Sandra Costa 12ºF
Reflexão do trabalho: “A caminho da Universidade do Minho”
Considero que este trabalho está interessante e simples. Mas foi propositado, pois achamos que não seria muito interessante desenvolver muito mais o tema, na medida em que se tornaria bastante cansativo para os leitores e assim talvez se tornasse mais atractivo.
Acho que os aspectos essenciais da visita de estudo foram referidos e focados, portanto considero que está um artigo bastante completo, apesar de simples.
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Reflexão do trabalho de Telmo Terroso
Pois é…fizemos uma entrevista ao professor Telmo! Que medo! Sim, que medo, pois tinha uma ideia um pouco distorcida deste docente, sempre me disseram que era um professor um pouco rezingão, mal disposto, entre outros; mas na verdade não é bem assim, pois até é uma boa pessoa apenas não gosta muito de se meter com as outras pessoas, é muito reservado, aspecto que dá a entender o oposto.
No decorrer do trabalho tentei dar o meu melhor ponderando possíveis questões, recolhendo algumas informações, dando algumas ideias para o artigo, recolhendo as fotos e alterando-as, entre outros aspectos.
Acho que fizemos um bom trabalho, pena foi a entrevista não ter sido mais desenvolvida, pois como disse o professor é muito reservado e foi um pouco difícil “tirar-lhe as respostas”, andávamos a conseguir as respostas a “saca-rolhas” como se diz frequentemente.
De qualquer das formas, penso que correu muito bem e que está um bom artigo!
Síntese das aulas do dia 16 de Maio
Visita à Universidade do Minho - esperamos nós que o nosso futuro local de trabalho 

¿¿Sempre em choque??
“O respeito não se impõe, conquista-se.”
“¿¿Sempre em choque??” foi o tema do debate que colocou frente-a- frente professores e alunos, mostrando os prós e os contras de cada uma das posições.
Contudo, a grande dúvida persiste: Quem terá razão? Serão os alunos? Os Professores? Ambos ou nenhum deles?
Para tentar responder a estas questões, e para entender realmente qual o papel de alunos e professores no bom relacionamento dentro da sala de aula, nada melhor que os próprios para nos elucidar acerca deste tema, tão controverso nos dias de hoje.
Foi ao sabor do “Chá com Livros” que vimos serem confrontadas todas estas ideias e opiniões, num debate que colocou face a face posições diferentes sobre um assunto que a todos diz respeito.
O início deste debate esteve a cargo, como não podia deixar de ser, do nosso presidente, José Augusto Araújo, que entre os agradecimentos aos presentes, felicitou a iniciativa, como forma a permitir um diálogo entre dois já antigos “inimigos”.
Apesar do tema ser “Sempre em choque”, a verdade é que durante o debate foram muitos os pontos de contacto entre ambas as partes; desde as crescentes alterações da sociedade, até à forma como essas mudanças têm influência no comportamento de alunos e professores; esta concordância também foi notória, logo no início desta discussão, quando ambos se sentiram incapazes de definir qual seria, realmente, o conceito de mau comportamento. E foi exactamente a partir deste ponto que, ironicamente, as opiniões se dividiram…
Sendo a ESCT uma escola de referência, é normal que não surjam situações consideradas de “mau comportamento”. Apesar deste inegável facto, a realidade é que a integração e o impacto da primeira aula são alguns dos factores que condicionam a atitude dos alunos, que nem sempre vêm preparados para o espírito de iniciativa e autonomia exigidos no ensino secundário. O ambiente e o aspecto exterior da escola também contribuem para a formação de representações do que será, efectivamente, um ensino de qualidade. Por outro lado, a família torna-se também um agente que, apesar de externo, interfere directamente na postura dos alunos dentro da sala de aula; a viragem entre a sociedade de hoje e a dos nossos pais pode fazer com que, muitas das vezes, estes não consigam acompanhar a rápida mudança que está presente na realidade das novas gerações, causando uma clivagem entre a forma como cada um encara a escola e a aprendizagem que ela proporciona.
Mas é, sem dúvida, dentro da sala de aula que nos apercebemos qual é a verdadeira relação docente/discente e a forma como cada um influencia o comportamento do outro. Recorrentemente, os alunos têm-se questionado acerca da autoridade do professor; no entanto,”… não se pode confundir rigor e exigência com autoridade.”, pois cada uma das partes tem um papel a cumprir. Mesmo sendo a troca de ideias e o diálogo algo essencial para que haja um respeito mútuo, a verdade é que existem alguns padrões e referências que têm, necessariamente, de ser respeitadas.
Assim, cabe ao docente saber gerir o grupo, ensinando a melhor maneira para aprender, sendo ele próprio a principal referência desses alunos.
Mas não se pense que o discente tem uma posição passiva neste processo, muito pelo contrário; aliás, o aluno é o mais importante para um bom ou mau desempenho de um grupo, que, mesmo inconscientemente, contribui para a atitude de cada um.
A relação extra aula foi outro dos tópicos em que todos os participantes estiveram de acordo, na medida em que ambos consideraram que actividades como visitas de estudo proporcionam uma outra visão quer de professores quer de alunos num outro contexto; no fundo, esta relação pode revelar a outra face da mesma moeda…
Com esta actividade, e de um modo geral, chegamos à conclusão que não podemos vestir o mesmo fato a todos os alunos, porque, de facto, nem todos vestem o mesmo tamanho, cabe ao professor decidir o melhor; tal como Daniel Sampaio refere na sua obra “Vivemos Livres numa Prisão” – “…como se fosse possível aplicar o mesmo fato a alunos de tamanhos tão diferentes.” (pág.77).
Filipa, Helena, Olívia e Sofia